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terça-feira, 30 de julho de 2013
Ford celebra 1 milhão de Mustang feitos em Michigan
A Ford celebrou dois marcos referentes ao Mustang nesta semana.
O primeiro, foi o número de 8,5 milhões de unidades produzidas desde o seu lançamento, em 1964.
O segundo, foi a produção do Mustang de número 1.000.000 na fábrica de Flat Rock, em Michigan, nos Estados Unidos, como parte das comemorações pelos 50 anos do mítico automóvel, que se estende até 2014.
O Mustang foi lançado em 1964 e, no início de 1965, as fábricas de Metuchen, Nova Jersey e San Jose, na Califórnia, também passaram a montar o veículo. Menos de dois anos depois, em 1966, o Mustang atingiu seu primeiro milhão de unidades.
Neste ano, a montadora também anunciou planos de lançar o veículo na Europa.
domingo, 21 de julho de 2013
Minimalista, Bolt é a nova motocicleta da Yamaha
Pré-lançada nos Estados Unidos, a Yamaha Bolt 950 surgiu com a missão de enfrentar a Harley-Davidson Iron 883. Abusando do estilo rebelde, ela tem ainda a versão Bolt R-Spec, que traz algumas diferenças em relação à configuração de entrada.
Equipada com o mesmo conjunto mecânico da Midnight Star, formado por motor de 942 cm3 que gera 53,6 cv e 7,83 mkgf de torque e câmbio de cinco marchas, a Bolt 950 é um modelo urbano feito para atrair o público mais jovem.
Seu visual inclui guidom curto e a lanterna com estilo minimalista como destaques. Há assento apenas para o piloto.
A pitada de tecnologia está presente no painel de instrumentos digital, que contrasta com o visual retrô da motocicleta da Yamaha. As suspensões seguem receita tradicional, com garfo telescópico convencional na dianteira e sistema biamortecido na traseira, com curso de, respectivamente, 119 mm e 71 mm. O sistema de freios traz disco simples de 298 mm nas duas rodas.
Na versão R-Spec, a Bolt perde os poucos cromados da opção “convencional”. Os amortecedores traseiros, pintados de dourado, têm ajuste de pré-carga da mola e reservatório externo de gás. As cores são branca e preta, disponíveis para a versão de entrada, e preta fosca e verde para a de topo.
Quando vier ao Brasil, a Bolt deverá ter preços em torno dos R$ 30 mil, mesma faixa de suas concorrentes. Entre elas estão a Triumph Bonneville, tabelada a R$ 29.990, e Harley-Davidson Iron 883, a R$ 30.900.
Para conseguir esse posicionamento, a Yamaha terá de montar a Bolt 950 em Manaus.
domingo, 14 de julho de 2013
Personalização removível
Mudar o visual do carro está ficando cada vez mais fácil e rápido. Entre as novas técnicas de personalização estão o envelopamento líquido e o sticker (adesivos coloridos), que têm, entre as vantagens, o fato de não serem permanentes. Ou seja: se o dono do veículo mudar de ideia, basta retirá-los.
Um dos adeptos do novo envelopamento é o proprietário da Oversign (4371-0024), oficina da zona norte que oferece o serviço, Roberto Vannucchi. Ele customizou seu Chevrolet Vectra para participar eventos e diz que só recebe elogios.
“É uma tinta aplicada com pulverizador que, ao secar, se transforma em película protetora. A principal diferença e vantagem em relação ao método tradicional é não precisar desmontar partes do veículo”, diz.
O serviço leva, no máximo, um dia para ser feito e parte de R$ 1.700. Outra facilidade é a retirada do produto, que fica parecendo uma etiqueta plástica. “Se o dono do carro quiser trocar a cor, é só puxar a camada. Não fica nenhum resíduo de cola”, explica Vannucchi.
Segundo Igor Paiva, analista de marketing da Imprimax, empresa fabricante da tinta, o envelopamento líquido é mais do que uma opção para mudar o visual do carro. “Também protege a pintura original.”
Mas há implicações legais. Se o veículo tiver mais de 50% da cor alterada é preciso emitir um novo Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo. A taxa para regularizar o CRLV vai de R$ 150 a R$ 215. Caso o documento não seja atualizado, o motorista fica sujeito a multa de R$ 127,69 mais cinco pontos no prontuário da CNH.
ADESIVO DIVERTIDO
Outra novidade é a aplicação de sticker Bombs em algumas partes do carro. O adesivo plástico tem desenhos variados e também pode ser colado em celulares e computadores.
O analista de TI Marcus de Maio, dono de um Gol S 1984, colou um adesivo com o tema dos “memes do Facebook” no para-lama dianteiro esquerdo do seu Volkswagen. O motivo? Pura vaidade, segundo ele.
“O legal do sticker é que as pessoas olham o carro e não dá para saber se elas acham bonito ou feio. Só o fato de repararem e comentarem já eleva o ego”, afirma. Maio pretende usar o sticker em seu outro carro, um Chevrolet Corsa 2009. “Quero dos Simpsons. Estou em dúvida se aplico no capô ou no para-choque.”
Os preços dos sticker Bombs variam de acordo com o tamanho. Na Sticker Brasil (www.stickerbrasil.com.br), os adesivos com 1 metro por 1,2 metro partem de R$ 79.
Um dos adeptos do novo envelopamento é o proprietário da Oversign (4371-0024), oficina da zona norte que oferece o serviço, Roberto Vannucchi. Ele customizou seu Chevrolet Vectra para participar eventos e diz que só recebe elogios.
“É uma tinta aplicada com pulverizador que, ao secar, se transforma em película protetora. A principal diferença e vantagem em relação ao método tradicional é não precisar desmontar partes do veículo”, diz.
O serviço leva, no máximo, um dia para ser feito e parte de R$ 1.700. Outra facilidade é a retirada do produto, que fica parecendo uma etiqueta plástica. “Se o dono do carro quiser trocar a cor, é só puxar a camada. Não fica nenhum resíduo de cola”, explica Vannucchi.
Segundo Igor Paiva, analista de marketing da Imprimax, empresa fabricante da tinta, o envelopamento líquido é mais do que uma opção para mudar o visual do carro. “Também protege a pintura original.”
Mas há implicações legais. Se o veículo tiver mais de 50% da cor alterada é preciso emitir um novo Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo. A taxa para regularizar o CRLV vai de R$ 150 a R$ 215. Caso o documento não seja atualizado, o motorista fica sujeito a multa de R$ 127,69 mais cinco pontos no prontuário da CNH.
ADESIVO DIVERTIDO
Outra novidade é a aplicação de sticker Bombs em algumas partes do carro. O adesivo plástico tem desenhos variados e também pode ser colado em celulares e computadores.
O analista de TI Marcus de Maio, dono de um Gol S 1984, colou um adesivo com o tema dos “memes do Facebook” no para-lama dianteiro esquerdo do seu Volkswagen. O motivo? Pura vaidade, segundo ele.
“O legal do sticker é que as pessoas olham o carro e não dá para saber se elas acham bonito ou feio. Só o fato de repararem e comentarem já eleva o ego”, afirma. Maio pretende usar o sticker em seu outro carro, um Chevrolet Corsa 2009. “Quero dos Simpsons. Estou em dúvida se aplico no capô ou no para-choque.”
Os preços dos sticker Bombs variam de acordo com o tamanho. Na Sticker Brasil (www.stickerbrasil.com.br), os adesivos com 1 metro por 1,2 metro partem de R$ 79.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Salão de Genebra também tem espaço para bizarrices sobre rodas
Salão do Automóvel é sinônimo de inovação em tecnologia, design e mecânica e disso ninguém duvida. Mas tanta criatividade pode levar também a caminhos tortuosos — situação que, felizmente, é rara.
Conceitos tão radicais que dificilmente podem ser levados às ruas ainda existem, mas também estão cada vez mais sozinhos num mercado cada vez mais competitivo, seletivo, sustentável e, por consequência, racional. Ainda assim, não vamos tratar aqui da ousadia pura e simples, sempre bem-vinda, mas da audácia que beira a falta de noção.
Esta edição do Salão de Genebra nos provocou com algumas “peças” que vão entrar para a história por motivos menos nobres que os citados na abertura deste post. Sim, opinião é algo pessoal e os conceitos de beleza, feiura e bizarrice são subjetivos — em alguns casos, falamos não do visual, mas da significância ou do uso específico de uma solução.
De toda forma, esta é a lista de UOL Carros e cada escolha está justificada, seja na lista de vídeos, seja no álbum de fotos.
Quer deixar sua opinião, também justificada, querido leitor? Abuse do campo de comentários.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Peugeot começa a fabricar no RJ o 208, o carro da sua vida
A Peugeot iniciou a fabricação no Brasil do compacto 208, modelo global lançado em 2012 na Europa. O carro deve começar a ser vendido em março; uma primeira série, completaça e com pintura especial, além de numerada de 001 a 208, teve preço anunciado de R$ 54.990.
Figurões da PSA Peugeot Citroën e o governador fluminense, Sérgio Cabral (PMDB), participaram da cerimônia na fábrica de Porto Real (RJ), cuja adaptação ao novo produto consumiu parte dos R$ 800 milhões investidos pelo grupo francês para desenvolver o compacto no Brasil.
O 208, apresentado ao público no Salão de São Paulo 2012, vai ocupar na gama da Peugeot o espaço entre o 207 (entrada) e o 308 (hatch médio). Com motores flex 1.5 e 1.6, deve ter faixa de preços entre R$ 40 mil e R$ 55 mil, acompanhando a nova geração do Citroën C3, feito sobre a mesma plataforma.
O modelo tem a importante (e difícil) missão de melhorar a situação da Peugeot no Brasil, hoje em fase de perda de participação no mercado e administrando o mau desempenho de ao menos quatro produtos: a picapinha Hoggar (fracasso absoluto de vendas), a 207 SW (já fora de linha), o sedã médio 408 (consegue vender menos que o Hyundai Elantra e sete vezes menos que o líder Toyota Corolla) e o sedã grande 508 (exuberante, mas invisível nas ruas)
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