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segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Audi A3 Sport veste cores do São Paulo F.C. para torneio na Alemanha

A Audi personalizou quatro unidades do A3 Sport para a Audi Cup, torneio de futebol que acontece entre os próximos dias 31 de julho e 1º de agosto. Uma delas “veste” as cores do brasileiro São Paulo Futebol Clube. Cada carro representa, além do time paulista, os demais participantes desta edição: Bayern de Munique (Alemanha), Manchester City (Inglaterra) e Milan (Itália).
Pois é, apesar do desempenho fraco neste começo de Brasileirão, o SPFC parece ter moral com a Audi… . Ainda assim, não há previsão de qualquer um deles, nem mesmo o exemplar são-paulino, ser visto no Brasil. Por enquanto, os carros customizados estão escalados apenas para eventos promocionais da marca na Alemanha.
Esta é a segunda vez que um clube brasileiro disputa a Audi Cup, quadrangular com duas partidas na fase de “semi-finais” em um dia e disputa de terceiro lugar e finalíssima em outro. Todas as partidas acontecem na Allianz Arena, em Munique (Alemanha). Para interessados, ingressos estão à venda pelo site oficial do torneio— eles dão direito de assistir às duas partidas em sequência.
Vendido a partir de 25 mil euros na Europa, por aqui o novo A3 Sport custa R$ 115 mil e pode ser encontrado nas lojas da marca desde o mês de junho. Segundo degrau no acesso ao “clube premium”, o modelo  tem pacote de equipamentos recheado, que inclui airbags frontais e de joelhos, direção eletro-hidráulica e sistema multimídia, entre outros. São duas opções de motores: 1.4 TFSI, com turbo e injeção direta de gasolina, de 122 cv e 20 kgfm de torque; e 1.8 TFSI, também com turbo, de 180 cv e 28,6 kgfm.
Nesta semana, a marca apresenta oficialmente à imprensa o A3 Sportback, que nada mais é do que a versão de quatro portas do carro, um pouco maior e mais espaçosa — ele é fabricado sobre a plataforma MQB (a mesma do Volkswagen Golf), que pode variar quase todas as medidas atendendo às necessidades da fabricante e reduzindo custos. O Sportback, por exemplo, é 7 centímetros maior e 6 cm mais espaçoso que o Sport.
Os preços já foram anunciados: R$ 94.700 para a versão com motor 1.4 (Attraction) eR$ 124.300 para o 1.8 (Ambition). As duas são equipadas com o câmbio S-Tronic, automatizado de dupla embreagem e sete marchas

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Aprenda a usar o ABS sem susto


A partir de 2014, todos os veículos novos vendidos no Brasil deverão ter freios ABS de série. O sistema impede o travamento das rodas em frenagens de emergência, de modo a ajudar o motorista a controlar o carro e desviar de obstáculos. Sua reação é diferente da dos componentes “normais”, o que pode assustar quem não tem familiaridade com o dispositivo.
Quando o freio é pressionado com força, o ABS faz oscilar a pressão das pinças sobre os discos de freio, gerando vibração que é transmitida ao pedal. “Muitos motoristas se assustam e tiram o pé do pedal, o que anula a ação do sistema e do próprio freio”, afirma Cesar Samos, diretor do Sindirepa, o sindicato das reparadoras.
A dica para se familiarizar com o funcionamento do sistema é escolher um local seguro e fazer frenagens bruscas. Nos dispositivos mais modernos, a trepidação tende a ser menor.
ManutençãoDiretor de vendas da Continental (que fabrica ABS), Manoel Henrique Mota explica que a manutenção preventiva do recurso com é igual à feita em carros sem antitravamento. “Basta trocar as pastilhas e verificar o nível do fluido de freio, pois o sistema de atuação do conjunto é o mesmo.”
Se o ABS falhar, uma luz-espia se acenderá no painel. Isso não significa que o carro ficou sem freios, mas que o dispositivo passou a funcionar sem a assistência.
Oficinas especializadas fazem o diagnóstico eletrônico do sistema e apontam as peças que devem ser trocadas. O mais comum são danos nos sensores. Na Auto Mecânica Scopino (3955-2086), na zona norte, cada componente novo custa de R$ 200 a R$ 400. O preço da mão de obra varia de R$ 180 a R$ 270.
Problemas no módulo eletrônico ou na unidade hidráulica são raros. E caros: o reparo parte de R$ 2.800 e pode passar de R$ 12 mil, conforme o carro.
Mota lembra que a presença do ABS não autoriza o motorista a correr riscos. “Ele não deve andar mais rápido nem frear mais tarde que o normal.